Refugio da tarde
sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A Pátria

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha...
Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!
Criança! não verás país nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!
Olavo Bilac
sábado, 13 de setembro de 2008

Cores de Outono
O Verão foi-se despedindo.
O frio chegou.
O Tempo mudou.
Uma nova estação está abrindo.
As árvores vão-se despindo
das suas folhas amarelecidas,
folhas do verde desvanecidas
que, suavemente, vão caindo.
O chão vai-se cobrindo
de pequenas folhas envelhecidas
ora amarelas ora tingidas
de verde, castanho, vermelho se esvaindo.
A vida destas folhas se esvaindo
cobre, protege as sementes encolhidas
no solo húmido, escondidas.
O Ciclo da Vida continua infindo.
Autor: António Fernando Vilar Barbosa
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Uma tarde de pesca na ribeira de cobres



Numa tarde torrida de agosto com as ferias quaze a findar la vamos nòs para a pesca.
Eu e os meus amigos de longa data, Manuel Nobre,Fernando, e Alvaro Costa.
Chegados ao local uma ribeira onde sempre se apanha bom peixe, tiramos as canas e toca a pescar.
Até nao foi um dia mau, depois de uma hora de pesca ja tinhamos cerca de quilo e meio de peixe(Com mentira e tudo)pois pois.













